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Nise - Coração da Loucura ; filme que retrata a história de uma pioneira do movimento Antimanicomial no Brasil

May 9, 2016

 

"Eu não acredito em cura pela violência"
"Eles só precisam ser tratados como  Seres Humano"

"Meu instrumento é o pincel o seu é o picador de gelo" Diria Dr. Nise da Silveira que lutou pela reforma Antimanicomial no Brasil.
" Estas Imagens Dr's são as

"imagens do Inconsciente"

 

 

*Em exibição no cinema Iguatemi em Florianópolis.

 

      Nise da Silveira (15.02.1905 – 30.10.1999) foi singular na psiquiatria brasileira, mudou o modo como a psiquiatria era praticada no Brasil. Mais revolucionária ainda foi a transformação que ela causou na vida daqueles com quem conviveu, sejam eles seus clientes, sua equipe ou aquelas pessoas que trabalharam com ela. Eles foram responsáveis por continuar seu trabalho e apresentar sua obra para novas pessoas, incluindo as que construíram esse filme, que sentiram a necessidade de espalhar ainda mais a trajetória dessa grande mulher.

           Ela era alagoana e fez seus estudos médicos na Faculdade de Medicina da Bahia (1921-1926) e foi a única mulher numa turma de 157 alunos. Colou grau com a tese "Ensaio Sobre a Criminalidade da Mulher no Brasil" (28.12.1926) e retornou à terra natal em seguida, mas somente por um breve período, pois, com a morte prematura do pai, decidiu vir para o Rio de Janeiro (1927) onde estabeleceu suas raízes intelectuais e profissionais.

              O envolvimento de Nise com o periodo da ditadura militar valeu-lhe 15 meses de reclusão no presídio da Frei Caneca, no período de 1936-1934, local onde conheceu Graciliano Ramos, que a descreve no seu famoso livro "Memórias do Cárcere" (José Olympio Ed., RJ, 1953): "... lamentei ver a minha conterrânea fora do mundo, longe da profissão, do hospital, dos seus queridos loucos. Sabia-se culta e boa. Rachel de Queiroz me afirmara a grandeza moral daquela pessoinha tímida, sempre a esquivar-se, a reduzir-se, como a escusar-se a tomar espaço. O marido também era médico, era o meu velho conhecido Mário Magalhães. Pedi notícias dele: estava em liberdade. E calei-me, num vivo constrangimento."

 

 

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Rafael Czarnobai © 2016